DIVÃCAST #02 – SEU CHEFE É UM BABACA?

By Wando 1 ano agoNo Comments
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O hardware da sociedade que vivemos é totalmente industrial, enquanto o software que já está rodando em muitos de nós já é digital.

E sabe o que acontece quando você roda um software atualizado num computador antigo?

Dá pau.

 

DIVÃCAST #02 – SEU CHEFE É UM BABACA?

 

Fala empreendedor tudo bem com você?

Seja bem vindo ao segundo programa do DIVÃ DO EMPREENDEDOR DIGITAL o seu podcast da vida real.

Estamos em tempos de crise. Tem muita gente procurando trabalho. Não está fácil para ninguém e ter um chefe “mesmo que babaca” pode ser melhor do que não ter chefe nenhum.

Será?

Compreendo tudo isso. E digo mais: acho tudo isso é mimimi.

Não estou dizendo que você deve pedir demissão ou deixar de pegar um trabalho por conta de um chefe babaca.

 

A minha pergunta é:  você atura humilhação, você aceita as atitudes que este chefe BABACA tem com você. Veja bem que nesta frase o foco é total em você. E não no seu chefe.

É muito mais uma questão da sua postura diante  do que acontece à sua volta do que querer mudar as outras pessoas.

 

Preste atenção meu amigo: Chefe babaca é igual hemorróida, dor nas costas ou carro à álcool.

Você tem, já teve ou ainda vai ter.

Sabe quando você monta aquela apresentação com referencias de grandes escritores e cases de sucesso e o seu chefe olha pra você e diz:

Não gostei da cor laranja……..

Parece que chefes babacas tiram até certificado para serem babacas

 

Sabe aquela pessoa que grita, humilha os subordinados e geralmente, faz isso na frente dos outros. Ou ignoram a presença dos subordinados. Passa por eles e não os cumprimenta. Simplesmente finge que eles não existem.

Isso Faz com que as pessoas se sintam oprimidas e sem energia.

São intimidadores e, às vezes, não precisam usar as palavras para intimidar. Fazem isso apenas com olhares e atitudes. É diferente da pessoa que está num dia ruim e tem um acesso de raiva.

O babaca tem essas atitudes com frequência. Eles costumam ocupar cargos de chefia e exercitam a crueldade com subordinados.

É muito difícil encontrar um babaca que não tenha poder.

 

Às vezes até parece que quanto mais o cara é babaca mais sucesso tem na carreira

 

Existem alguns mitos em torno dos babacas. Por eles serem estúpidos com as outras pessoas, passam a imagem de que tem autoridade e competência.

Segundo alguns estudos realizados nos Estados Unidos, a agressividade é, muitas vezes, entendida como sinal de competência. Mas os babacas são ruins para as empresas. Fazem mal aos outros funcionários, a eles próprios e ao negócio.

Quando permitimos que alguém nos incomode, a responsabilidade é mais nossa do que de qualquer pessoa. A chave para sobreviver e prosperar sem se estressar com seu chefe é assumir o controle sobre a única coisa que você pode controlar: sua resposta emocional às coisas que outras pessoas dizem e fazem

 

Hoje tenho o privilégio de não ter um chefe babaca.  Mas já tive. Sei que o mercado de trabalho está cheio deles. Parece que a pessoa muda quando sobe de cargo. “O poder sobe à cabeça”.

 

Não é por conta de um cargo hierárquico que a pessoa tem o direito de tratar mal as pessoas.

 

E tem mais: não é porque você é subordinado de algum babaca que você precisa aturar as babaquices desta pessoa. Hoje a geração Y estão buscando propósito, alinhamento de valores, ressonância de atitudes, oportunidades de aprender fazendo e estruturas mais horizontais. Uma empresa que atura um chefe babaca está dando um tiro no próprio pé. Os talentos VÃO fugir.

 

O antigo método de gestão pelo MEDO funciona cada vez menos e a tendência (em empresas que levem gestão a sério) é que este método de gestão desapareça.

Você sabia que O Steve Jobs teve fases em que agia como um babaca. Ele não é sempre babaca. Em 2003, por exemplo, uma revista americana reuniu 1.300 ex-funcionários da Apple. O principal assunto eram as broncas e os acessos de raiva de Jobs. Uma funcionária disse que cada um tem a própria história de babaquice de Jobs. Um ex-executivo da Apple contou sobre um desses acessos de raiva. Ele me disse que uma vez Jobs começou a gritar, chorar e fazer ameaças porque a cor das vans de uma de suas empresas não era exatamente a que ele tinha pedido.

 

Não estou dizendo pra você RESPONDER para seu chefe, ou até mesmo dar na mesma moeda aquilo que ele faz com você.

Na verdade é justamente o oposto. A pior coisa que você pode fazer é enfrentar.

 

Não adianta e o quê provavelmente acontecerá é que você vai ser demitido se enfrentá-lo(a).

 

O melhor mesmo é você se posicionar:

Entender que aquelas atitudes do chefe é um problema dele com ele mesmo, e não alguma coisa com você. Imagine só ele agindo daquela maneira com o cônjuge dele ou com os filhos. Aquela pessoa “BABACA” não é ele (ou ela). Aquela pessoa é uma máscara que a pessoa usa no trabalho. Então não leve para o lado pessoal. Aliás quero deixar aqui bem claro que babaquice não tem exclusividade de gênero: pode ser tanto homem como mulher.

 

Você pode ter duas opções:

Ou muda de emprego correndo o risco de encontrar um outro chefe babaca em seu caminho ou tome as rédeas da própria vida e empreenda.

 

Eu já tive diversos chefes babacas e por não encontrar um que fosse um líder, que me inspirasse tive que me tornar um líder da minha vida

Assumi as rédeas e resolvi empreender, não foi e não é nada fácil, porém fazer as coisas do meu jeito, com os meus valores, naquilo no qual eu acredito, não tem preço.

E pode ser que você ainda não tenha percebido mais existe uma galera transformando seus conhecimentos e habilidades em negócios digitais.

Elas identificam uma necessidade de mercado, um problema e resolvem esses problemas e são remuneradas por isso.

Existe quase que uma infinidade de cursos no mercado que ensinam como fazer isso.

Esse modelo de negócios foi até pauta da revista você S/A de julho de 2016

 

Para você entender melhor do que estou falando vou ler um trecho do livro “vai lá e faz’ do Tiago mattos, tiago é multiempreendedor, futurista, educador, palestrante no TEDx, criador da perestroika uma escola de atividades criativas e teve o privilegio de se forma futurista pelo GSP da Singularity que é uma parceria da NASA e do Google dentro da NASA, no vale do silício.

 

O FUTURO DAS EMPRESAS.

 

A Revolução Digital nos fez despertar para uma nova consciência em todos os níveis da sociedade. Como não poderia deixar de ser, também afetou sensivelmente a consciência dos dois lados do balcão: tanto de empregados quanto dos empregadores.

 

Estamos diante de um efeito dominó que nos levará para a mudança mais radical na história do trabalho.

Num futuro próximo, não haverá empresas. Pelo menos, não como

elas são hoje. Seremos todos freelancers/ autônomos/profissionais liberais.

 

Você poderá exercer a atividade que bem entender. Num dia será

decorador, no outro músico, e, na semana seguinte, professor de jiu- jitsu. Tudo vai depender do seu interesse, da sua capacidade e da boa e velha lei de mercado.

 

Para isso, os reguladores de hoje (diplomas e titulações) serão ainda

mais fluidos, permitindo que você literalmente exerça milhares de

atividades profissionais ao longo da vida. Inclusive, essa é outra diferença. Não haverá profissões (condição estática), apenas atividades (condição fluida).

 

As empresas (estáticas) darão lugar a grupos de trabalho (fluidos), que se reunirão ao redor de propósitos comuns.  Eles durarão o tempo que fizer sentido para os participantes. E não o tempo que fizer sentido nos contratos e nas suas respectivas legislações.

 

Não haverá chefe ou contratante. As lideranças serão circunstanciais

e rotativas, nunca fixas. Portanto, não haverá cargos (estáticos) mas

funções momentâneas (fluidas).

 

O propósito e o legado serão os líderes invisíveis. Todos os envolvidos serão sócios e entrarão em acordo preliminar para definir suas responsabilidades – e, por consequência, suas percentagens.

 

Será o fim das jornadas de trabalho de oito horas (estáticas) para uma auto-organização no formato que melhor servir ao grupo (fluido).

 

Seguindo os princípios da abundância, haverá um senso de concorrência muito diferente do que há hoje. A colaboração estará

introjetada em todos nós e o prazer no trabalho será uma  consequência natural.

 

As pessoas terão liberdade de abandonar o projeto no momento

que desejarem, sem complicações com a lei, avisos prévios ou

quaisquer outras burocracias. E isso se aplicará a todos os quadrantes da sociedade, passando pela iniciativa privada,

mas também pela esfera pública e pelas ONGs.

 

O sistema será dinâmico, criando muito mais oportunidades do

que hoje – e permitindo que você experimente quantas atividades tiver vontade.

 

Todos nós teremos ainda mais liberdade e oportunidades para ir e vir. E, apenas assim, cada indivíduo poderá realizar aquilo que lhe faz verdadeiramente feliz. Esse cenário, que para alguns parece

utópico, está mais perto do que parece. Em alguns ambientes, isso

inclusive, já é realidade.

 

Em um outro trecho o Tiago diz:

Não estamos vivendo uma “Era de mudanças”, estamos vivendo uma ”MUDANÇA DE ERA”

ISSO, QUE PARECE UM SIMPLES JOGO DE PALAVRAS, DÁ UMA DIMENSÃO MAIS PRECISA DO FENÔMENO. NÃO ESTAMOS MUDANDO DE RUA, DE BAIRRO, DE CIDADE, DE PAÍS, DE PLANETA. ESTAMOS MUDANDO DE UNIVERSO. ESTAMOS DIANTE DE UMA REVOLUÇÃO. E UMA REVOLUÇÃO MUDA

ABSOLUTAMENTE TUDO.

Para baixar o livro “Vai lá e faz clique aqui 

 

vou deixar aqui também um vídeo de um canal do youtube chamado Box 1824. Box 1824 é uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo.

Caso você queira entender mais sobre esse universo, no meu blog umempreendedor.com.br tem diversos artigos sobre esse assunto.

Se tudo isso que eu falei pra você faz sentido, compartilhe em suas redes sociais e deixe uma opinião do que achou do podcast

Até o próximo programa….

 

 

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 Wando

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Eu sou o Wando Nascimento. Estudei Engenharia Ambiental e Civil, hoje estudo Comunicação. Sou Profissional de marketing digital, certificado pelo método 8ps do marketing digital, blogueiro profissional e amante da fotografia.